30 de abr de 2012

Oi. Eu voltei.

As coisas não mudaram tanto afinal. Uma vez me disseram que só um amor pode substituir outro. E eu tola acreditei que eu pudesse forçar as coisas, que eu pudesse escolher quem amar. Como sou idiota! Em termos deu certo, mas eu me sinto mal com isso, e eu deveria me sentir feliz certo? Talvez eu seja pessimista, mas as coisas não deviam ser assim. Eu sei que as coisas não são perfeitas como nos contos de fadas, mas eu também sei que a gente deve ser feliz com o que tem, ao invez de sentir falta do que teve. Eu não consigo não sentir falta. Porque ainda falta ele aqui para as coisas estarem certas, porque ele é o tipo de pessoa que vale a pena, o tipo de amigo que não tem como esquecer ou substituir. Eu burra, tentando consertar tudo, só arrumei um motivo a mais pra me sentir mal. Tola. Então assim desse meu jeito confuso eu vou piorando tudo, sofrendo por coisas que só eu vejo, perdoando quem devia ignorar, e sonhando com planos impossiveis, tentando ser feliz apesar de ter quase certeza que felicidade não consta no meu destino. Continuo inssistindo, continuo lutando. Querendo, sofrendo. Continuo me calando, continuo não dizendo coisas que precisam ser ditas. Continuo amando o cara errado. Continuo magoando quem eu amo e a mim mesma. Porque eu sou assim. Tola.

27 de mar de 2012

As coisas mudaram tanto...


Eu não pensei que fosse me transformar no que sou hoje, talvez seja algo meio passageiro mas parece as vezes que será eterno, uma tristeza repentina, momentânea, os nervos, as raivas sem motivos, as desgraças... Tudo tem se tornado comum no meu dia a dia, como se fosse normal todas essas coisas unidas e apontadas apenas pra mim, parece um castigo, uma forma que Deus encontrou de me punir por tudo que eu tenho feito de errado, por todo o mal que eu já causei, por todas as lágrimas que fiz as pessoas derramarem por mim, é como se eu estivesse cavando um poço, e fosse ficando presa dentro dele, mesmo sabendo que a cada milimetro mais fundo, pior ficaria minha vida, as coisas não estão indo muito bem... Eu bem que estou tentando levar mas parece que não é da minha natureza conseguir enfrentar os problemas de frente, eu tenho me apoiado em uma desgraça para poder derrubar a outra, eu me cansei.... simplesmente me cansei .

15 de fev de 2012

Eu não morri.

Oi galerinha. Faz tempo que não posto nada, e nem vou postar tão cedo. Parece que eu tenho um certo tipo de barreira criativa quando eu estou feliz, então nada de textos. Não pretendo abrir mão da minha felicidade pra continuar escrevendo e desenhando como antes, eu seria burra se fizesse isso. Hoje eu vejo esse blog e agradeço por cada lagrima que caiu enquanto eu escrevia ele. Meu coração está estampado aqui a mais de um ano. Meu coração está bem agora, obrigado. Quem me quiser por perto, eu sempre estou falando bobeiras no twitter, @janah_ribeiro . Se você for legal eu te sigo de volta :)

3 de fev de 2012

Meu novo rumo.

Depois de um certo tempo, eu nem mesmo pensava que existia mesmo felicidade. Eu até cheguei a desistir disso. Foram tantos os motivos que me levaram a isso. Tantas percas, tantas ilusões. Eu passei a acreditar que as coisas nunca dariam certo pra mim. Talvez eu possa estar incrivelmente errada. Mas eu nunca estive tão feliz quanto agora. Nunca me senti tão viva como nos últimos meses. Uma vez me disseram que só amor curava amor. Eu duvidava. Como sempre eu duvidei. Como uma coisa que me machucava tanto poderia curar? Eu estava errada claro. O amor certo me curou. O seu amor me curou. Você assim, calmo e bobo, foi me mostrando que tudo poderia ser diferente com você, me mostrando que o amor pode ser a melhor coisa do mundo. Graças a você e seu amor, hoje eu posso realmente sorrir e dizer que sou feliz, não como uma mascara, mas porque eu realmente me sinto assim.

18 de jan de 2012

Ainda sinto o medo.

Eu nunca fui covarde. Pelo contrario, sempre enfrentei minhas dores como se fosse feita de ferro, e como se minhas escolhas mal feitas não me assombrassem todas as noites. Mas acontece que... eu perdi tantas pessoas que eu amava, um atrás do outro, amigos, amores, família, tudo. Eu perdi sonhos e até mesmo a esperança de dias melhores. E isso me aterroriza tanto que agora eu tenho medo de amar as pessoas, porque acho que vou as perder pelo simples fato de ama-las.

6 de jan de 2012

Você foi um idiota.

Talvez eu estivesse errada quando julguei o amor como algo ruim. A culpa não era do amor, a culpa era sua, sempre foi. Sempre você. As coisas terem acontecido dessa forma nem mesmo é algo pra se culpar. Simplesmente não era pra ser. Não era você o cara que iria me fazer feliz pra sempre, não era você que iria acordar todos os dias ao meu lado, e não era com você que eu iria passar todos os momentos felizes da minha vida. Você só estava guardando um lugar que nem eu mesma sabia que seria ocupado por alguém um dia. Você só esteve aqui tempo o suficiente pra me fazer entender que o amor é muito maior que isso. Muito melhor do que você julgava. Mesmo assim eu te agradeço por me deixar sem coração, te agradeço por ter ido embora, por ter me magoado e me ignorado todo esse tempo. Você me fez mais forte, e se ainda estivesse aqui eu teria perdido a chance de ser realmente feliz. Feliz como você nunca teria feito.

4 de jan de 2012

O meu amor por você.

Eu pensava que aquele amor ia durar pra sempre, que eu nunca ia me livrar daquele sentimento louco, e que nunca amaria alguém da mesma forma. Pensava também que você seria meu um dia, e que tudo seria perfeito. Eu me enganei. Assim como você, o sentimento foi embora. Foi embora de uma forma calma, aos poucos, bem diferente de como chegou, destruindo tudo. Mas mesmo assim, os estragos continuaram aqui, e dia após dia eu me culpava por tudo aquilo, por ter me deixado levar, por ter me deixado te amar. As feridas se fecharam, as lagrimas secaram, as magoas passaram, as lembranças se acalmaram, e agora eu nem mesmo sinto sua falta. O tempo passou, mas não curou nada, as cicatrizes ainda existem, e a dor se faz lembrar constantemente, mas eu não esperaria diferente. O tempo não curou, mas me tornou forte o bastante pra conviver com isso e mesmo assim achar novos motivos pra me tornar melhor. Novos motivos pra seguir em frente.

29 de dez de 2011

Ano novo.

Nessa virada de ano eu não tenho nada a desejar. Não que eu já tenha tudo que eu possa precisar, mas sim porque depois desse ultimo ano, não existe nada que possa tampar esse vazio aqui dentro. Nada que possa matar a saudade que senti ou secar as lagrimas que já derrubei. A única coisa que realmente espero de 2012 é que as coisas não se repitam da mesma forma. Já foi ruim o suficiente. Talvez eu mude de ideia, e na hora da contagem regressiva eu esteja pensando em alguém, um alguém aleatório, ou apenas um alguém que só exista na minha mente, alguém que eu ainda irei conhecer. Alguém bom o bastante pra fazer o próximo ano valer a pena.

16 de dez de 2011

coisas sem entendimento.

Eu não consigo entender como o tempo continua passando e eu continuo me sentindo do mesmo jeito por coisas estúpidas. Por pessoas idiotas. Não entendo como me apego a pessoas que não se importam comigo. Porque não consigo confiar em pessoas confiáveis, e quebro a cara com todos os outros. Não consigo entender. Eu tenho a hipótese que nasci com defeito. Porque eu continuo me esforçando todas as manhãs, mas continua faltando uma peça aqui dentro. Continua faltando um abraço, um sorriso, uma pessoa. Sempre vai ser assim, e eu já devia estar acostumada. Porque as coisas não costumam dar certo pra mim.

12 de dez de 2011

Eu me importava demais.

Você se levantava e sorria, eu evitava, e talvez nem você soubesse o quanto sua presença me fazia bem. Você dizia que gostava de mim, e repetia todos os dias o quão importante eu era, eu ignorava, muitas vezes só sorria. Não respondia, mesmo sentindo muito mais que você. Eu me achava idiota, mas agora eu entendo porque me preservei tanto. Você não era confiável, e você esteve mentindo todas as vezes que ousou dizer meu nome junto da frase "eu te amo". Pena que eu, ingenua, percebi isso um pouco tarde. Mas mesmo assim eu precisava de você, um pouco tarde quando você já havia ido embora. Quando não precisava mais de mim. Eu te ajudei, e você me magoou. Simples assim. E eu sou idiota ao ponto de sentir sua falta. Ao ponto de me importar, ao ponto de te amar.